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A Wepink, marca de cosméticos fundada por Virgínia Fonseca e Samara Martins, alcançou um marco notável em novembro de 2024, com uma receita de R$ 114 milhões. Apesar do sucesso financeiro, o e-commerce da empresa enfrentou críticas durante a Black Friday, figurando entre as marcas com maior número de reclamações no período.
Problemas Reportados
Entre as principais queixas, destacaram-se atrasos na entrega e dificuldades no atendimento ao cliente, problemas comuns em épocas de alta demanda. No ranking de reclamações do Reclame Aqui, a Wepink registrou 210 queixas, ficando atrás de gigantes como Sephora, Magazine Luiza e Amazon.
Ranking de Reclamações na Black Friday 2024:
- Sephora: 469 reclamações
- Magazine Luiza (online): 391 reclamações
- Amazon: 357 reclamações
- Mercado Livre: 262 reclamações
- Wepink: 210 reclamações
- Cassinopix: 169 reclamações
- TIM: 146 reclamações
- KaBUM!: 140 reclamações
- Natura: 129 reclamações
- Casas Bahia (online): 127 reclamações
Desafios e Estratégias Futuras
O elevado número de queixas reflete a necessidade de aprimoramentos em logística e atendimento. A empresa já reconheceu esses desafios e planeja investir em soluções que melhorem a experiência do cliente.
Com planos de expansão para 2025, a Wepink busca consolidar sua posição no mercado de cosméticos, não apenas pelo faturamento, mas também pela qualidade do atendimento. Para isso, estratégias de comunicação mais eficazes e uma logística aprimorada serão fundamentais.
Oportunidades de Crescimento
Apesar dos desafios, a Wepink tem uma base sólida para continuar crescendo. A aposta em inovação e excelência no relacionamento com o cliente será o diferencial para se destacar em um mercado competitivo e atender às expectativas cada vez mais altas dos consumidores.
O próximo ano promete ser decisivo para a marca, que poderá transformar as críticas em oportunidades de evolução e fortalecer sua presença como referência no setor de beleza.